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Happy​ ​hour​ ​no​ ​INCITI/UFPE​ ​lança,​ ​nesta​ ​sexta​ ​(20),​ ​projeto​ ​em​ ​rede​ ​com​ ​outras​ ​nove​ ​cidades brasileiras

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Com os temas de mobilidade urbana, orçamento público e direito à cidade, o projeto MOBCidades
reúne mais de 50 movimentos e organizações da sociedade civil em todo o Brasil para articular ações

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INCITI promove intervenção urbana em Quito

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Grupo de pesquisa da UFPE participa da conferência das Nações Unidas – Habitat III e debate recuperação de rios urbanos com a ação “I want to swim in my river – Machángara Beach”.

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Os projetos, pesquisas e ações promovidos pelo INCITI, grupo da Universidade Federal de Pernambuco, para chamar atenção para o Rio Capibaribe, um dos principais cursos fluviais do Recife, já são conhecidas de boa parte da população da cidade que se preocupa com o meio ambiente e a sustentabilidade, a exemplo do Jardim do Baobá, marco inicial  do Parque Capibaribe, realizado pelo INCITI/ UFPE em parceria com a Prefeitura do Recife / Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade. Na próxima semana, o INCITI irá apresentar essas experiências para mais de 45 mil pessoas que estarão participando da Habitat III – Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Sustentável, que acontece de 14 a 20 de outubro, em Quito, no Equador.

Esta é a primeira vez em 60 anos desde a primeira Habitat, promovida em 1976, que a conferência promove a Habitat Village, espaço para apresentação de ideias, soluções e intervenções para o planejamento das cidades. Esse olhar para o rio, desenvolvido pelo INCITI, será apresentado por meio da intervenção urbana I want to swim in my river – Machángara Beach, que a exemplo das Praias do Capibaribe e da metodologia de ativação de espaços públicos implementadas pelo INCITI, vai criar um ambiente de lazer que estimule o público a curtir o espaço, ao mesmo tempo em que debatem-se os processos de recuperação dos rios urbanos.

A atividade, que leva o nome do principal rio de Quito, acontecerá nos espelhos d’água do Parque La Alameda, nos dias 16 e 19 de outubro, das 10h às 20h, e será coordenada pelos pesquisadores do INCITI, Amanda Florêncio e André Moraes de Almeida. Pra quem passar por ali, guarda sóis e cadeiras de praia ensejam o convite para sentar e conversar. A Praia do Machángara terá sinalização feita com as cores vibrantes da chita, tecido muito popular em Pernambuco. O pano também estará presente no revestimento de uma tenda, onde serão criados dois ambientes. Por fora, o algodão cru fará as vezes de tela para projeção de vídeos sobre as ativações do INCITI. Por dentro aparecem novamente as muitas cores da chita, sons de água corrente e uma surpresa sobre os rios, para os visitantes.

No Recife, pouco mais de 36% do território tem esgotamento sanitário, sendo boa parte dos dejetos direcionados para o rio, sem tratamento algum. Em apenas um dia de ação promovida pela ONG Recapibaribe, em 2016, foram coletadas mais de 4 toneladas de lixo.  Assim como o Capibaribe, o Machángara sofre com o despejo de elementos poluentes de origem doméstica e industrial, recebendo cerca de 75% do esgoto da cidade.

Pensadores Urbanos –  O INCITI/UFPE também irá participar da mesa “Implementando a Nova Agenda Urbana – o Papel dos Urban Thinkers Campus e d’A Cidade Que Precisamos”, no dia 17 de outubro. Na ocasião, a diretora do grupo, Circe Monteiro, apresentará a experiência de buscar e elaborar soluções coletivas, inovadoras e estimulantes para o planejamento das cidades, baseadas na prática comunitária.

O envolvimento do INCITI com a Habitat III – Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Sustentável começou ainda em 2015, quando promoveu o Urban Thinkers Campus Recife, encontro que reuniu representantes da sociedade civil, das gestões públicas, do setor privado e da  academia no intuito de levantar diagnósticos e recomendações para a cidade que precisamos.  O documento reúne recomendações para desenvolvimento de cidades socialmente inclusivas, bem planejadas, caminháveis, com trânsito agradável, regenerativas, economicamente vibrantes e inclusivas, identidades singulares e senso de pertencimento, seguras, saudáveis, acessíveis, equitativas e com governança em nível metropolitano.

Confira o documento elaborado no UTC Recife: http://utc.inciti.org

Saiba mais sobre a Habitat II: https://habitat3.org/

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Já decidiu em quem votar para prefeito do Recife? Cheque os planos de governo de sete deles

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As Eleições 2016 serão realizadas no domingo (2), e os recifenses vão eleger o próximo prefeito e vereadores da cidade. E você? Já decidiu em quem vai votar? Para isso é importante conhecer as propostas do seu candidato e de outros, para poder cobrar durante o seu mandato. Confira as proposta de sete dos oito candidatos à Prefeitura do Recife.

Você também pode ver todas as propostas juntas no Drive: clicando aqui.

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Governança, Trabalho e Renda, Juventude e Segurança são os mais novos indicadores lançados pelo Observatório do Recife

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No dia 20 de setembro o Observatório do Recife (ODR) lançou mais um conjunto de Indicadores Sociais da Cidade do Recife. Na pauta estão os temas de Segurança, Trabalho & Renda, Juventude e Governança.

Os quatro Grupos de Trabalho convidaram o Professor Diogo Bezerra, da UFPE para a palestra “Relações entre violência, formação para o mundo do trabalho e a participação política dos jovens do Recife”, e os debatedores Jocimar Gonçalves, membro do Conselho Municipal de Juventude, Gentila Guedes, Secretária Executiva de Juventude e Qualificação do Recife e um representante do Ministério do Trabalho e Emprego.

 

Confira os dados Indicadores de Gestão e Governança:

Se quiser baixar os indicadores de Meio Ambiente, você pode clicar aqui.

 

Para os Indicadores de Trabalho, Renda e Desemprego:

Baixe a versão para download em PDF, clicando aqui.

 

Confira os dados Indicadores de Segurança:

Se quiser baixar os indicadores de Segurança, clique aqui.

 

Veja também os dados Indicadores de Juventude:

Baixe também os dados, só clicar aqui.

 

Você também pode ver outros indicadores nesse link.

 

Ao longo dos dias, venha discutir, comentar, debater com a gente em nossa fan page no Facebook as publicações individuais sobre os indicadores de cada temática. Dê sua opinião, converse e compartilhe suas ideias conosco para transformar o Recife em uma cidade mais justa e sustentáveis.

 

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Datafolha: Pesquisa aponta influências no voto para prefeituras

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Áreas verdes, energia renovável, coleta de resíduos e mobilidade urbana podem fazer o eleitor mudar de voto nas eleições municipais de 2016

 

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Os candidatos às eleições municipais de 2016 precisarão ampliar suas agendas: pesquisa Datafolha realizada em todo o Brasil descobriu que temas como áreas verdes, energias renováveis, gestão de resíduos sólidos e mobilidade urbana têm o potencial de fazer com que uma significativa fatia de eleitores mude de voto. Tais assuntos são considerados como importante ou muito importante por 90%­-96% dos entrevistados, de acordo com o tema. O percentual dos que certamente mudariam de voto é igualmente significativo, variando entre 43% e 45%, dependendo do assunto.

“A mensagem dos eleitores é clara: os prefeitos precisam ir além de saúde, segurança, educação e moradia, tradicionalmente o quarteto básico dos programas e das propagandas políticas”, sintetiza Gabriela Vuolo, representante do projeto Cidade dos Sonhos, que encomendou a pesquisa. “Aspectos diretamente ligados à qualidade de vida das pessoas nas cidades já são vistos como fatores de decisão do voto, e fatias acima de 40%, como encontramos, podem fazer a diferença tanto na escolha dos candidatos que vão para o segundo turno, como no momento da decisão final”, completa.

Dos quatro temas apresentados – áreas verdes, gestão de resíduos sólidos, energia renovável e mobilidade urbana – os dois primeiros tiveram um leve destaque em relação aos demais. Resíduos sólidos são considerados importantes ou muito importantes por impressionantes 96% dos entrevistados – 64% dos quais de cidades de 200 mil a 500 mil habitantes. Percentual semelhante – 94% ­ considera áreas verdes como importantes ou muito importantes, sendo que 63% são de eleitores das cidades do Sudeste do país. Mobilidade e deslocamento são importantes / muito importantes para 92% da amostra e, em especial, para pessoas de 25 a 44 anos (93%). São também as pessoas dessa faixa etária que mais se importam com as energias limpas, vistas como importantes/muito importantes para 90% dos entrevistados.

A disposição para mudar o voto diante de propostas diferentes do que pensam é de 45%, no caso de resíduos sólidos e de áreas verdes; 44%, no caso de mobilidade e deslocamento; e 43% no caso de energias limpas . “A pesquisa mostra que o eleitorado brasileiro é sensível e favorável a propostas inovadoras e que tem o potencial de revolucionar nossas cidades, gerando empregos e economia de recursos públicos, melhoras da qualidade do ar, mitigação das mudanças climáticas e aumento da qualidade de vida para todos”, destaca Gabriela.

 

Mas o que pensa o eleitor sobre cada um desses temas?
No caso das energias limpas, a proposta de instalar energia solar nas escolas públicas e reverter os recursos economizados na conta de luz para a educação, melhorar a eficiência da iluminação pública e reduzir IPTU para construções que possuam placas solares aumentaria em 76% as chances de um eleitor escolher um candidato, especialmente dos mais jovens (81%) e em municípios com 200 mil a 500 mil habitantes (83%).

“Energia é normalmente uma pauta reservada às eleições para presidente, mas o barateamento das tecnologias de fontes de energia renovável cria oportunidades para as prefeituras inovarem. Independentemente da esfera responsável, o eleitor brasileiro deixa claro que quer ver soluções locais para essa questão”, destaca Gabriela.

No caso de resíduos sólidos, oferecer a coleta seletiva, ou seja, reciclagem, para toda a cidade, inclusive com programas de inclusão de catadores, é a proposta com maior grau de influência sobre os eleitores, aumentando as chances de um candidato em 76%. Também aqui, a maior adesão é por parte dos jovens e eleitores de municípios de médio porte, entre 200 mil e 500 mil habitantes (83%).

A proposta de proibir o corte de árvores e criar áreas verdes de fácil acesso para pessoas em todos os bairros da cidade aumentaria as chances de votar no candidato para 70% da amostra e, em especial, para os eleitores de 16 a 24 anos (75%).
Integrar o sistema de transportes públicos, aumentar as redes noturnas de ônibus, ampliar o uso de bicicletas, priorizar a mobilidade para pedestres e os modos de transporte coletivo são as propostas com maior grau de influência quando o assunto é mobilidade (69%). Em seguida, vêm as propostas de reduzir os limites de velocidade para aumentar a segurança e fluxo do trânsito e planejar a cidade de maneira a facilitar a locomoção de pessoas, com medidas que incluem a criação de zonas de uso misto, faixas exclusivas para ônibus e infraestrutura para bicicletas (67%).

A pesquisa Datafolha ouviu 2091 pessoas com mais de 16 anos entre os dias 28 de junho e 02 de julho de 2016. Destas, 36% têm ensino fundamental, 46% médio e 18% superior. Um quarto da amostra é de pessoas das classes A/B; 48% da classe C e 27% da D/E. A amostra abrangeu 132 municípios das cinco regiões do território brasileiro, sendo 41% em regiões metropolitanas e 59%, cidades do interior. A margem de erro é de 2,0 pontos percentuais para mais ou para menos.

 

Sobre o Cidade dos Sonhos
O Cidade dos Sonhos é uma ferramenta que permite a escolha de medidas prioritárias para cada cidade. Por meio de uma plataforma interativa online, o projeto aborda quatro grandes temas fundamentais para qualquer cidade brasileira: mobilidade, resíduos sólidos, áreas verdes e energia. Com o objetivo de serem integrados às propostas de governo apresentadas para as eleições municipais de 2016, os resultados dos sonhos criados na plataforma serão reunidos e utilizados para pressionar candidatas e candidatos a se posicionarem sobre os temas.

O projeto Cidade dos Sonhos (www.cidadedossonhos.org) é uma iniciativa da Purpose com o apoio de 350.org, A Árvore (GCCA), A Cidade Precisa de Você, Ameciclo (Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife), ANTP (Associação Nacional de Transporte Público), Apé ­ estudos em mobilidade, BH em Ciclo, Bike Anjo, Casa Fluminense, Change.org, Cicla Brasil, Ciclocidade, Cidade a Pé, Cidade Ativa, Corrida Amiga, Engajamundo, Greenpeace, Hospitais Saudáveis, iCS (Instituto Clima e Sociedade), IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor), ITDP (Institute for Transportation and Development Policy), MNCR (Movimento Nacional dos Catadores de Recicláveis), Movimento Nossa BH, Observatório do Clima, Observatório do Recife, Pé de Igualdade, Pimp My Carroça, Recicloteca, Transporte Ativo, Uma Gota no Oceano, UCB (União de Ciclistas do Brasil), Voto Legal e WRI (World Resources Institute).

 

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ODR e Nossa São Paulo reúnem candidatos à Prefeitura do Recife para firmar compromissos pela cidade

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O Movimento Observatório do Recife (ODR) em parceria com a Rede Nossa São Paulo, promovem nesta quarta-feira (24), das 19h às 21h 30, no edifício Círculo Católico (Boa Vista), evento que apresenta aos candidatos à Prefeitura do Recife uma série de compromissos em prol da agenda de desenvolvimento da cidade. Na ocasião teremos o lançamento da nova Plataforma do Programa Cidades Sustentáveis, alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ONU), apresentação da Carta da Conferência Livre de Mobilidade do Recife (ColMob.re), do Programa Cidades do Esporte e do Pacto pela Transparência. Os candidatos a prefeito do Recife serão convidados a assinar as cartas compromisso proposta pelas iniciativas.

O evento é resultado de uma parceria entre o Observatório do Recife, Rede Nossa São Paulo, Instituto Ethos, movimento Atletas pelo Brasil e Meu Recife, da rede Nossas Cidades. Juntos, os documentos apresentados englobam as dimensões de cultura, política, saúde, economia,  mobilidade,  equidade social e justiça social. Estão confirmadas a Presença de Daniel Coelho (PSDB), João Paulo (PT), Carlos Augusto (PV), Simone Fontana (PSTU) e Edilson Silva (PSOL). Priscila Krause (DEM) e Geraldo Júlio (PSB) vão mandar representantes para a ocasião.

A apresentação contará com a participação do representante do Programa Cidades Sustentáveis, Américo Sampaio, do diretor do Instituto Joaquim Cruz, Ricardo Vidal (ex-atleta de Atletismo), representando o Atletas pelo Brasil, de Isabel Cavalcanti, diretora do Meu Recife, apresentando a carta da ColMob.re, e de Cármem Cardoso, do Núcleo Executivo do Observatório do Recife.

 

Conheça mais as iniciativas envolvidas:

Observatório do Recife

O Observatório do Recife (ODR) é um movimento da sociedade civil que reúne setores empresariais, acadêmicos, movimentos sociais e cidadãos, mobilizados com o intuito de selecionar, propor e monitorar um conjunto de indicadores e metas que se constituam numa agenda de desenvolvimento sustentável para o Recife e que levem a transformá-la numa cidade melhor para se viver, socialmente justa, ambientalmente equilibrada e economicamente viável.

Sintonizado com a tendência mundial de protagonismo da sociedade na melhoria das condições de vida das cidades, o movimento Observatório, que já conta com vários casos de sucesso na América Latina e no Brasil, é parte integrante da Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis, que congrega dezenas de cidades no país.

Em julho deste ano, em parceria com ActionAid, Ameciclo, Frente de Lutas pelo Transporte Público (FLTP), Meu Recife e Pedala Rural, promoveu a I Conferência Livre de Mobilidade do Recife (ColMob.re), evento que teve o objetivo de abrir um canal ampliado de discussão com a sociedade e qualificar o debate sobre o tema incidindo de forma mais participativa e coordenada na construção do Plano de Mobilidade Municipal. Os resultados da ColMob podem ser conferidos na Carta-Compromisso apresentada aos candidatos à Prefeitura do Recife no evento.

Carta compromisso: http://bastademortesnotransito.com.br/site/carta-aos-candidatos-cidadaos/

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Programa Cidades Sustentáveis

O Programa Cidades Sustentáveis é uma iniciativa da Rede Nossa São Paulo, Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social e a Rede Brasileira por Cidades Justas, Democráticas e Sustentáveis, com o objetivo de sensibilizar, mobilizar e oferecer ferramentas para que as cidades brasileiras se desenvolvam de forma econômica, social e ambientalmente sustentável.

O Programa Cidades Sustentáveis é apartidário e oferece como ferramenta a Plataforma Cidades Sustentáveis – uma agenda para a sustentabilidade das cidades que aborda as diferentes áreas da gestão pública, e incorpora de maneira integrada as dimensões social, ambiental, econômica, política e cultural e aborda as diferentes áreas da gestão pública em 12 eixos temáticos. A cada um destes eixos estão associados indicadores, casos exemplares e referências nacionais e internacionais de excelência.

Em 2016, o Programa Cidades Sustentáveis ingressou em uma nova etapa, já que a prioridade é a implementação e municipalização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no Brasil.Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), ou “Agenda 2030”, aprovados em setembro de 2015 pela Assembleia Geral da ONU –, reúnem 17  macro objetivos e 169 metas com o propósito de acabar com a pobreza até 2030 e promover universalmente a prosperidade econômica, o desenvolvimento social e a proteção ambiental.

Neste contexto, e no âmbito das eleições municipais de 2016, o Programa Cidades Sustentáveis incorporou os objetivos e as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, principalmente aquelas que poderão ser implementadas em nível municipal e regional – justamente onde as prefeituras têm o protagonismo central dessa governança.

Para sensibilizar candidatos(as) e partidos políticos, o PCS está firmando  compromissos de candidatos(as) e posteriormente o engajamento dos prefeitos(as) eleitos(as) com a nova Plataforma do Programa Cidades Sustentáveis e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, por meio da assinatura da Carta compromisso

Hoje, o Programa Cidades Sustentáveis já é uma realidade. Atualmente, contamos com 284 municípios signatários, entre eles 22 capitais e o Distrito Federal.

 

Carta compromisso:

http://www.cidadessustentaveis.org.br/downloads/carta-compromisso/Carta%20compromisso%20pr%C3%A9%20candidato(a).pdf

Mais informações: www.cidadessustentaveis.org.br

Programa Cidades do Esporte  

O Programa Cidades do Esporte é uma iniciativa da Atletas pelo Brasil e busca contribuir para o desenvolvimento e fortalecimento de políticas públicas de esporte nas 11 cidades-sede da Copa de 2014 e no Distrito Federal. A iniciativa monitora anualmente o avanço das políticas públicas destinadas a promover a atividade física e esportiva para a população e teve início em 2012, quando comprometeu os candidatos a prefeito com metas para o esporte. Os resultados do monitoramento realizado pelos municípios foram apresentados em 2013 e 2014 em duas edições do Relatório Cidades do Esporte. Em 2016 o programa lançará a terceira edição de seu relatório e irá novamente propor aos candidatos as eleições municipais, que se comprometam com os objetivos e medidas propostos no município para integrar o esporte na pauta de prioridades nacionais e locais.

Carta compromisso:

http://atletaspelobrasil.org.br/arquivos/carta_compromisso_CDE_2016.pdf

 

Mais informações:

http://atletaspelobrasil.org.br/cidade-do-esporte/

 

Pacto por uma Cidade Transparente e Íntegra

O Pacto por uma Cidade Transparente e Íntegra representa o comprometimento formal dos(as) candidatos(as) a prefeito(a) ou vereador(a) nas Eleições 2016 com a criação e implementação de políticas que visem o aumento da transparência e integridade na gestão pública.

Os compromissos dispostos no documento se relacionam aos princípios estabelecidos pela Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011) e pela Parceria para Governo Aberto, às propostas discutidas e priorizadas na 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social (Consocial) e à regulamentação da Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/2013).

O Instituto Ethos, por meio do projeto Jogos Limpos dentro e fora dos Estádios, lançou em 2012 uma carta-compromisso destinada aos 85 candidatos(as) à prefeitura das 11 cidades-sede da Copa do Mundo 2014, dos(as) quais, 72 assinaram o documento. Tanto os(as) que passaram para o segundo turno quanto os(as) que foram eleitos(as) posteriormente eram signatários(as) e, dessa maneira, foi possível verificar os resultados positivos da iniciativa.

Carta compromisso:

http://www3.ethos.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Carta_Pacto_CidadeTransparente.pdf

Mais informações:

http://www3.ethos.org.br/conteudo/projetos/em-andamento/pacto-por-uma-cidade-transparente-e-integra/#.V63zhpgrLIU

 

 

SERVIÇO:

O QUE: Apresentação da Carta da Conferência Livre de Mobilidade do Recife (ColMob.re) e Lançamento da nova plataforma do Programa Cidades Sustentáveis, alinhada ao Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas

QUANDO: Próxima quarta-feira (24), das 19 às 21h 30

ONDE: Auditório do edifício Círculo Católico, (Rua do Riachuelo, 105, 10º Andar) Boa Vista, Recife.

COMO: Confirmar presença através dos contatos: (81) 3418.1180 e comunica@observatoriodoRecife.org.br

 

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O que precisa melhorar nos indicadores de Meio Ambiente e Espaço Urbano do Recife?

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O Observatório do Recife (ODR) lança mais um conjunto de Indicadores Sociais da Cidade do Recife, dessa vez das temáticas de Meio Ambiente & Espaço Urbano. Para o evento, teremos uma conversa sobre o Plano de Baixo Carbono do Recife com Inamara Melo, secretária Municipal de Meio Ambiente, e Carlos André Cavalcanti, secretário executivo da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco (SEMAS).

Esse é mais um dos espaços que o ODR oferece para discutir os rumos da sustentabilidade no Recife. Veja abaixo as publicações.

 

Confira os dados Indicadores de Meio Ambiente:

 

Se quiser baixar os indicadores de Meio Ambiente, você pode clicar aqui.

 

Para os Indicadores de Espaço Urbano:

 

Baixe a versão para download em PDF, clicando aqui.

 

Você também pode ver outros indicadores nesse link.

 

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Campanha #bastademortesnotrânsito é lançada com ação na Av. Conde da Boa Vista

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A Ameciclo colocou hoje centenas de cruzes e algumas coroas de flores no gradil da Av. Conde da Boa Vista para simbolizar as 560 mortes que ocorreram no trânsito de Recife em 2014.Os ativistas também estenderam banners com os dizeres “Basta de mortes no trânsito”, “o que o seu candidato vai fazer sobre isso” e “nenhuma morte no trânsito é aceitável”.  A ação de rua marca o lançamento da campanha Basta de Mortes no Trânsito realizada pelo Observatório do Recife e a Associação Metropolitana de Ciclistas do Grande Recife (Ameciclo) l  A campanha com apoio da Rede Meu Recife, CicloaAção e Frente de Lutas pelo Transporte Público, e  tem o objetivo de chamar a atenção para o alto índice de mortes e feridos no trânsito de Recife. A maior parte das colisões e atropelamentos que acontecem todos os dias poderia ser evitada com mudanças na infraestrutura, na fiscalização e na educação.

“Recife é a quarta cidade brasileira que mais mata no trânsito. Estamos a dois meses das eleições e os(as) candidatos(as) à Prefeitura precisam se comprometer com a vida das pessoas e com a redução dos índices absurdos de violência no trânsito. É função do poder público estabelecer medidas para prevenir mortes e acidentes nas ruas e avenidas da cidade”, alerta Ligia Lima, do Observatório do Recife. A campanha irá cobrar o compromisso dos(as) candidatos(as) à Prefeitura da cidade pela redução das mortes no trânsito em 20% ao ano. De acordo com a Organização das Nações Unidas o valor máximo aceitável de mortes no trânsito é de 6 mortos por 100 mil habitantes até 2020.  O índice da cidade, baseado em dados de 2014 (os mais atuais que estão disponíveis) é de 34 mortes por 100 mil habitantes.

Em 2014, 560 pessoas morreram no trânsito em Recife; 173 deles, eram pedestres, de acordo com os dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS).  Ao comparar os números de mortos no trânsito da capital pernambucana com a cidade de São Paulo é que entendemos a gravidade dos índices. São Paulo registra 11 mortes por 100 mil habitantes em 2014 e Recife computa 34,6 mortes por 100 mil habitantes; mais que o triplo de fatalidades, apesar de a população de Recife ser sete vezes menor que a de São Paulo. Isso torna a violência no trânsito não apenas um desafio da gestão municipal, mas um caso crítico de saúde pública.

Os dados referentes as mortes e acidentes de trânsito foram compilados no site (www.bastademortesnotransito.com.br) que também apresenta o Mapa da Violência,  com os pontos de maior frequência das colisões e atropelamentos de trânsito em Recife. No site também podem ser acessados os Indicadores da Violência, gráficos que mostram o resultado de dados mais precisos sobre as estatísticas de mortes, ao longo dos anos, por sexo, faixa etária e modo de transporte.  Estes materiais foram gerados a partir de dados públicos da Companhia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU) e do DATASUS, do Ministério da Saúde.

A campanha conta ainda com ações como o “Panela de Pressão”, ferramenta digital de  mobilização do Meu Recife que permite às pessoas pressionar diretamente os(as) candidatos(as) à Prefeitura do Recife por e-mail, Facebook, Twitter e até por telefone, a declararem seus compromissos com  a melhora da mobilidade de Recife  em seu plano de governo, acatando as propostas construídas pela sociedade civil na I Conferência Livre de Mobilidade do Recife. Entre as 30 demandas da Conferência l, realizada nos dias 9 e 10 de julho na UFRPE está também a redução de mortes no trânsito. A ação pode ser acessada pelo site da campanha Basta de Mortes no Trânsito. “Convidamos a todos a se engajarem nessa luta, a entenderem os dados e a pressionarem os candidatos a se comprometerem com a diminuição da violência no trânsito”, comenta Lígia.

As instituições parceiras planejam, até o final do mês de setembro, uma série de intervenções de rua para chamar a atenção das pessoas sobre o alto número de mortes nas ruas e avenidas de Recife. O reforço da iniciativa terá ainda outdoors e outbuses espalhados pela cidade. Em 2011, a ONU lançou a Década de Ações de Segurança no Trânsito que foi adotada pelo Brasil. Governos de todo o mundo se comprometem a tomar novas medidas para prevenir os acidentes no trânsito, que matam cerca de 1,2 milhão de pessoas por ano. Trata-se da nona causa de mortes em todo o mundo. No Brasil, mais de 40 mil pessoas morrem todos os anos em acidentes no trânsito.

O teaser da campanha pode ser visto em https://goo.gl/7AP46P 

Confira também o site da campanha Basta de Mortes no Trânsito: www.bastademortesnotransito.com.br

 

 

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Recife terá sua I Conferêcia Livre de Mobilidade em Julho

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Entre os dias 9 e 10 de julho, no Centro de Ensino e Graduação (CEGOE) da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) a ActionAid, Ameciclo, Frente de Lutas pelo Transporte Público, Rede Meu Recife, Pedala Rural e o Observatório do Recife, irão promover a I Conferência Livre de Mobilidade do Recife (Colmob.re). O objetivo do evento é abrir um canal ampliado de discussão com a sociedade e qualificar o debate sobre o tema incidindo de forma mais participativa e coordenada na construção do Plano de Mobilidade Municipal. Além disso, a conferência terá como resultado a elaboração de um documento diretivo que será apresentado ao Instituto Pelópidas Silveira, para inclusão no Plano Municipal de Mobilidade, e aos candidatos a prefeito da cidade do Recife. Também estão participando Centro Vivo, Cicloação, Clube de Engenharia, Coletivo Recife, Coletivo Setúbal, Coletivo URBES, Movimento Recife Acessível, ANTUERF e Direitos Urbanos.

No Recife, o órgão responsável por deliberar e propor políticas e diretrizes gerais de mobilidade é o Conselho Municipal de Trânsito e Transporte (CMTT). Neste conselho, há duas vagas para representantes dos usuários, eleitos por meio de Conferências Municipais de Trânsito e Transporte. Mas desde 2007 não é realizada esta Conferência no Recife. Assim, um dos principais espaços de diálogo com a população na construção das políticas públicas de mobilidade, não representa de forma ampla a sociedade. De acordo com Lígia Lima, do Observatório do Recife, é nesse contexto que surge a necessidade de promover a Conferência Livre de Mobilidade.”Estamos oferecendo um espaço onde a população será amplamente ouvida, para além dos dois únicos integrantes do CMTT, representantes de usuários de transporte”, destaca.

A democracia participativa é baseada na participação social e na democratização das informações. No Recife, os espaços de participação da sociedade nas políticas de mobilidade estão fragilizados. Apesar de a legislação do município prever espaços de participação na Lei Orgânica, no Plano Diretor e como diretriz da Política de Mobilidade, os cidadãos recifenses não são incluídos na tomada de decisão sobre as políticas de mobilidade e não são comunicados adequadamente sobre as instâncias de participação social da cidade.

Os interessados em participar da I Conferência Livre de Mobilidade do Recife (Colmob.re) podem fazer sua inscrição gratuitamente pelo site do evento (www.colmob.re) ou pelo fone (81) 3418.1180. As inscrições estarão abertas até que sejam preenchidas as 200 vagas. Corra para fazer a sua!

 

 

Serviço

I Conferência Livre de Mobilidade do Recife (Colmob-re)

Quando: Entre 9 e 10 de julho, das 8h às 18h

Onde: Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE – CEGOE)

Inscrições: Pelo site www.colmob.re ou pelo fone (81) 3418.1180, das 9h às 17h

Informações adicionais: Fanpage da Conferência: facebook.com/colmob.re

 

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Indicadores do Recife de Mobilidade e Educação relatam variação pouco expressiva ou piora

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Dando continuidade a publicação anual de Indicadores Sociais do Recife e ao #MaioAmareloRecife, o Observatório do Recife (ODR) publica a mais nova série de indicadores da Cidade do Recife dos temas Saúde e Mobilidade. O lançamento abre espaço para a discussão do assunto “A Violência no Trânsito como problema de saúde pública” e trouxe para a mesa Denise Oliveira, representando o Comitê Municipal de Prevenção aos Acidentes de Trânsito do Recife, e Pedro Guedes, arquiteto e urbanista, apresentando o programa Visão Zero.

A base de referência da publicação de Indicadores de qualidade de vida da Cidade do Recife vem da Plataforma Cidades Sustentáveis, da Rede Social Brasileira por Cidades Justas, Democráticas e Sustentáveis. A ferramenta da rede propõe 300 indicadores gerais e 100 indicadores básicos para uma boa gestão pública municipal e estão adaptados aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, recém divulgados pela ONU.

A seleção dos indicadores do Recife foi elaborada pelos dez Grupos de Trabalho do ODR levando em consideração a importância e a relevância de cada indicador para a cidade do Recife. Os dados também foram escolhidos baseados na existência da estatística e possibilidade de medição por fontes oficiais. As áreas temáticas dos indicadores são divididas em governança, saúde, trabalho e renda, juventude, cultura, meio ambiente, mobilidade, educação, espaço urbano e segurança. Os grupos de trabalho são compostos por voluntários mobilizados pela perspectiva de trabalhar a reflexão de planejamento da cidade através de indicadores de impacto. Os dados desse ano revelam que houve pouca variação de índices no que diz respeito à saúde na cidade e piora em 3 dos 8 dados, quando falamos sobre Mobilidade.

 

Confira os dados Indicadores de Mobilidade:

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Para os Indicadores de Saúde:

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Ao longo dos dias, venha discutir com a gente em nossa fan page no Facebook em publicações individuais sobre os indicadores de cada temática e também dê sua opinião, debata, converse e compartilhe suas ideias conosco para transformar o Recife em uma cidade mais justa e sustentáveis.

 

Em março já havíamos divulgado também os indicadores de Educação. Confira:

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