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	<title>Observatório do Recife</title>
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	<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 20:24:18 +0000</pubDate>
	
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		<title>Confira os perfis dos candidatos ao Governo do Estado nas Eleições 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 20:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>observatorio</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Pernambuco tem sete candidatos a governador de Pernambuco: Eduardo Campos (PSB), Jarbas Vasconcelos (PMDB), Edílson Silva (PSol), Sérgio Xavier (PV), Anselmo Campelo (PRTB) Jair Pedro (PSTU) e Roberto Numeriano (PCB). Para que o eleitor conheça melhor cada um deles, a matéria a seguir exibe o perfil de cada um.
EDUARDO CAMPOS
Eduardo Campos nasceu no Recife, tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pernambuco tem sete candidatos a governador de Pernambuco: Eduardo Campos (PSB), Jarbas Vasconcelos (PMDB), Edílson Silva (PSol), Sérgio Xavier (PV), Anselmo Campelo (PRTB) Jair Pedro (PSTU) e Roberto Numeriano (PCB). Para que o eleitor conheça melhor cada um deles, a matéria a seguir exibe o perfil de cada um.</p>
<p>EDUARDO CAMPOS<br />
Eduardo Campos nasceu no Recife, tem 44 anos e está ligado à política desde os 16, quando entrou na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e passou a fazer parte do movimento estudantil. Ele já foi deputado estadual, federal, secretário da Fazenda na última gestão de Miguel Arraes e ministro da Ciência e Tecnologia, do Governo Lula. Eleito governador de Pernambuco em 2006, ele tenta agora a reeleição.</p>
<p>JARBAS VASCONCELOS<br />
Jarbas Vasconcelos, atual senador do PMDB, quer governar Pernambuco pela terceira vez. Ele tem 68 anos e nasceu em Vicência, na Zona da Mata Norte. O candidato é advogado, mas se dedicou à política. Foi um dos fundadores do antigo MDB (hoje PMDB). Em sua carreira política conta os cargos de deputado estadual, deputado federal (eleito duas vezes), prefeito do Recife, onde também exerceu dois mandatos.</p>
<p>EDÍLSON SILVA<br />
Edílson Silva, de 42 anos, nasceu em Resende, no Rio de Janeiro, e é estudante de Direito. Ele iniciou a militância política no Movimento Estudantil Secundarista e por mais de dez anos atuou como sindicalista do setor ferroviário. Em 2004 foi um dos fundadores do PSol e integra a direção executiva nacional do partido. Pelo PSol, foi candidato a prefeito do Recife em 2008 e candidato a governador de Pernambuco em 2006.</p>
<p>SÉRGIO XAVIER<br />
O candidato Sérgio Xavier, de 47 anos, nasceu em Paulo Afonso, na Bahia. Ele é jornalista, empresário da área de comunicação digital e um dos fundadores do Partido Verde no Brasil e em Pernambuco, onde reassumiu a presidência estadual do PV em 2009. Em 1992, foi o primeiro candidato a vereador do PV no Estado. Sérgio já ocupou cargos executivos nacionais no Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Cultura e Sebrae.</p>
<p>ANSELMO CAMPELO<br />
Anselmo Campelo, de 54 anos, nasceu no Recife e é formado em Jornalismo. Há 23 anos criou a Associação Brasileira de Doenças Infectocontagiosas e Cidadania, o Camisão, que faz trabalhos sociais de prevenção à infecção por HIV e combate o uso de álcool e drogas ilícitas.</p>
<p>JAIR PEDRO<br />
Recifense de 49 anos, Jair Pedro trabalha como servidor público na área de saúde. Foi um dos fundadores do PSTU em Pernambuco e integrou a direção do Sindicato da Saúde de Pernambuco entre 1994 e 1998, e a Confederação Nacional da Seguridade Social.</p>
<p>ROBERTO NUMERIANO<br />
O candidato Roberto Numeriano é recifense e tem 48 anos. Atualmente ele é servidor público federal e atua como jornalista e professor. É doutor e mestre em Ciências Políticas pela Universidade Federal de Pernambuco. Sua história na militância política começou quando tinha 21 anos, no PCB, quando cursava jornalismo na Unicap. Em 2008, foi candidato à Prefeitura do Recife pelo PCB.</p>
<p>Fonte: <span style="font-family: &quot;Times New Roman&quot;,&quot;serif&quot;; font-size: 12pt; mso-fareast-font-family: 'Times New Roman'; mso-ansi-language: PT-BR; mso-fareast-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA;"><a href="http://pe360graus.globo.com/noticias/politica/eleicao/2010/08/02/NWS,518011,7,207,NOTICIAS,766-CONFIRA-PERFIS-CANDIDATOS-GOVERNO-ESTADO-ELEICOES-2010.aspx " target="_blank">pe360graus</a></span></p>
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		<title>Pesquisa mostra que Ideb mobilizou municípios para o direito de aprender</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Sep 2010 17:18:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>observatorio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaque [2]]]></category>

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		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>

		<category><![CDATA[direito de aprender]]></category>

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		<description><![CDATA[Caminhos do Aprender: UNICEF, MEC e Undime pesquisam 26 municípios brasileiros e identificam alguns dos fatores que levaram à melhoria do Ideb entre 2005 e 2007.
Brasília, 20 de julho – O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Ministério da Educação (MEC) e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caminhos do Aprender: UNICEF, MEC e Undime pesquisam 26 municípios brasileiros e identificam alguns dos fatores que levaram à melhoria do Ideb entre 2005 e 2007.</p>
<p>Brasília, 20 de julho – O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgaram hoje a publicação Caminhos do Direito de Aprender: Boas Práticas de 26 Municípios que Melhoraram a Qualidade da Educação.</p>
<p>A publicação faz uma análise da trajetória que 26 municípios – um de cada Estado – empreenderam para conquistar importantes avanços no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) entre 2005 e 2007. Com populações variando de 3.814 (Pejuçara, RS) a 720.070 habitantes (Campo Grande, MS), as cidades selecionadas para o estudo são representativas da realidade e da diversidade brasileira.</p>
<p>O estudo foi feito entre outubro de 2008 e março de 2009 por uma equipe composta por 16 pesquisadores que visitaram as escolas e entrevistaram dirigentes municipais de educação, professores, alunos, pais, funcionários, coordenadores pedagógicos e parceiros das redes de ensino. As entrevistas sempre se iniciavam com uma pergunta: “<em>A que fatores você atribui o avanço do Ideb que o seu município obteve</em>?” Com base nela, seguiam outros questionamentos com o objetivo de detalhar o que desencadeou os progressos.</p>
<p>A pesquisa foi uma iniciativa do UNICEF e da Undime, em parceria com o MEC e o Inep. Além de ter o Ideb dos anos iniciais do Ensino Fundamental, os municípios selecionados para a pesquisa precisavam estar entre os 5% que mais avançaram no índice de 2005 para 2007 ou constar entre os 20 municípios de maior Ideb em 2007 e ter, no mínimo, três escolas na rede (entre urbanas e rurais). Para dar conta da diversidade brasileira, um município de cada um dos 26 Estados participou da pesquisa. Outra variável, como já dito, foi o tamanho da população. Foram analisados municípios de todas as faixas populacionais.</p>
<p>Desde 2006, UNICEF, Undime, MEC e Inep têm realizado pesquisas para investigar o que está sendo feito de norte a sul do País para assegurar a todas as crianças (e a cada uma delas) o direito de aprender. Diferentemente dos estudos anteriores, Aprova Brasil, de 2006, e Redes de Aprendizagem, de 2008, que identificaram primeiro as escolas e, depois, as redes de ensino que se destacaram pelo bom desempenho, o foco de Caminhos do Direito de Aprender foi o processo. O objetivo do estudo foi identificar práticas e ações que contribuíram para os avanços.</p>
<p>Em todos os estudos, os avanços foram alcançados não por um fator isolado, mas por um conjunto deles.</p>
<p>Veja a seguir as principais conclusões da pesquisa:</p>
<p>* Todas as redes de ensino analisadas atribuíram ao resultado do Ideb 2005 parte do seu progresso em 2007. A partir do Índice de 2005, os municípios se organizaram para enfrentar a realidade e transformá-la e melhorar a educação em suas escolas.<br />
* Em 24 dos 26 municípios analisados, a formação dos professores foi considerada um dos fatores mais importantes para o sucesso das redes. Os municípios com melhores resultados apresentaram taxas superiores a 80% dos professores graduados.<br />
* Como a escola de tempo integral ainda é uma realidade muito distante para a grande maioria dos municípios, mais de 70% das redes pesquisadas têm adotado, como alternativa, atividades de apoio pedagógico como o reforço escolar.<br />
* No que diz respeito ao ambiente de aprendizagem, dos fatores identificados como mais representativos pela pesquisa, dois estão relacionados diretamente aos professores. O perfil dos profissionais foi apontado como fator de avanço em 10 municípios, e em outros 12, como condição favorável à melhoria do Ideb. Já a existência de um ambiente propício à colaboração e à troca de experiências foi mencionado como fator de avanço em seis dos municípios pesquisados e como condição favorável em 11 deles – o que corresponde a 66% da amostra.<br />
* O relacionamento entre família e escola também está em pauta em praticamente todos os municípios analisados.</p>
<p>Como nos estudos anteriores, as redes de ensino que participaram da pesquisa não creditaram seus avanços a fórmulas complexas. Possivelmente, muitos dos caminhos encontrados estão sendo percorridos por outros municípios do País. Para inspirar outras redes a dar passos cada vez mais largos em direção à garantia do direito de aprender, a publicação traz ainda diversos quadros intitulados Na trilha das boas práticas, com experiências pontuais que, de acordo com os entrevistados, contribuíram para os avanços nos municípios analisados.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=77996&amp;edt=48 " target="_blank">Envolverde</a></p>
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		<title>Um disque-denúncia para crimes eleitorais</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 21:19:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>observatorio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaque [2]]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[eleições; voto; internet; responsabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O PNBE assinou com o Ministério Público, TRE e Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo, convênio para implantar o DISQUE DENÚNCIA ELEITORAL (DDE), que visa punir candidatos que descumpram a legislação, tentem comprar votos, façam publicidade irregular e cometam outros atos ilícitos. Estamos pedindo a todos que ajudem a divulgar os números de telefones disponíveis.
DISQUE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O PNBE assinou com o Ministério Público, TRE e Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo, convênio para implantar o DISQUE DENÚNCIA ELEITORAL (DDE), que visa punir candidatos que descumpram a legislação, tentem comprar votos, façam publicidade irregular e cometam outros atos ilícitos. Estamos pedindo a todos que ajudem a divulgar os números de telefones disponíveis.</p>
<p><strong>DISQUE DENÚNCIA ELEITORAL: 4003-3448 (capital); 0800 880 3448 (interior)</strong></p>
<p>As infrações eleitorais, se não punidas, permitem a eleição de delinqüentes, colocam em situação de inferioridade candidatos éticos, desmoralizam o pleito, consequentemente o ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, A DEMOCRACIA, regime sob o qual queremos viver. De certo modo, o DDE é a continuidade da ficha limpa. Após inscrever-se o candidato continua tendo que se comportar com ética e legalmente. Futuramente tentaremos manter o DDE para políticos e autoridades, mesmo após as eleições.</p>
<p>Os resultados têm aparecido, dezenas de denúncias por dia, cumprindo nosso papel de organização de cidadãos, as recolhemos e enviamos ao MP, que se encarrega de encaminhar e apurá-las. Os candidatos passam a ser mais cuidadosos na relação com o eleitor.</p>
<p>O voto consciente nas eleições é o único caminho pelo qual podemos atingir metas definidas como ideais pelo PNBE, que só se efetivarão se assumidas por todos os setores da sociedade: buscar um país socialmente justo, economicamente forte, ambientalmente sustentável, politicamente democrático e eticamente respeitável. Findas as eleições, temos todos que exigir dos eleitos reformas que modernizem o país: política, tributária, trabalhista, sindical, educacional e as demais necessárias.</p>
<p>Trata-se de um caminho longo e difícil, que precisa ser trilhado. Um desafio que deve estimular aqueles para os quais a vida não é apenas uma existência biológica, que tem auto estima, que não renunciam à capacidade de se indignar, de se sensibilizar e lutar pelo que é justo. Admitir corrupção e irregularidades em uma eleição é trilhar o caminho contrário, aceitar a convivência com a imoralidade. Lembremos que os formadores de opinião têm obrigação de dar o exemplo.</p>
<p>Percival Maricato<br />
1º Coordenador</p>
<p>Mario Ernesto Humberg<br />
2º Coordenador</p>
<p>José Roberto Romeu Roque<br />
Coordenador do Disque Denúncia Eleitoral</p>
<p>Fonte:<a href="http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=80419&amp;edt=" target="_blank">Envolverde/PNBE</a></p>
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		<item>
		<title>Eleições e internet – ferramentas para escolher o seu voto</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 16:19:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>observatorio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaque [2]]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[eleições 2010]]></category>

		<category><![CDATA[ficha limpa]]></category>

		<category><![CDATA[voto consciente]]></category>

		<category><![CDATA[voto responsavel]]></category>

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		<description><![CDATA[“O voto, assim como tantas outras decisões na nossa vida merece reflexão. É preciso pensar sobre os nossos desejos como cidadãos, sobre o que queremos para a sociedade e o que podem fazer, se eleitos, os candidatos que aparecem no período eleitoral.
Assim, é preciso ser responsável também na hora do voto. Em sua definição, essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“O voto, assim como tantas outras decisões na nossa vida merece reflexão. É preciso pensar sobre os nossos desejos como cidadãos, sobre o que queremos para a sociedade e o que podem fazer, se eleitos, os candidatos que aparecem no período eleitoral.</p>
<p>Assim, é preciso ser responsável também na hora do voto. Em sua definição, essa palavra explica como deve ser nossa atitude de eleitores – responsáveis, isto é, pessoas hábeis em dar respostas.</p>
<p>Essa resposta que damos com nosso voto deve traduzir o que esperamos para nosso bairro, nossa cidade e nosso país. E, além de tudo, esse voto deve responder às futuras gerações, nossos filhos e netos, que também vão sofrer as conseqüências da nossa opção.”</p>
<p>Fonte: Instituto Ágora – Cartilha Voto Responsável</p>
<p>O voto é um instrumento fundamental para o exercício da cidadania. É o momento para você, cidadão, escolher quem vai te representar nos próximos quatro anos, quem será responsável por defender os seus posicionamentos políticos.</p>
<p>Escolher os seus candidatos é, portanto, uma tarefa que requer cuidado e vai além de memorizar um número, lembrar-se de uma propaganda eleitoral ou um nome conhecido. O mais importante é conhecer a pessoa que está por trás dessa escolha: qual partido está representando? Quais as suas propostas políticas? Essas são algumas perguntas para começar a conhecer o seu candidato.</p>
<p>Saber de sua vida pregressa - seu histórico – é outra tarefa essencial para a escolha de seu voto. O seu candidato já esteve envolvido com esquemas de corrupção? Apresenta transparência de suas contas de campanha? Mostra quem está por trás de sua candidatura?</p>
<p>O sítio Ficha Limpa é uma ferramenta para que todos os eleitores e eleitoras possam buscar essas informações. No entanto, existem muitas outras formas de qualificar o seu voto utilizando a internet. Confira!</p>
<p><strong>QUESTÃO PÚBLICA</strong><br />
Invista 8 minutos e decida 8 anos no Senado Federal</p>
<p>A plataforma Questão Pública: Valores do Legislativo, Responsabilidade do Cidadão é mais uma iniciativa que tem a ABRACCI como uma de suas organizações realizadoras, em parceria com entidades internacionais e nacionais como GOV2U, C2D, Transparência Internacional, Fundação AVINA, Esfera e Instituto Ágora.</p>
<p>Trata-se de um programa desenvolvido para comparar as suas opiniões (e de todos os eleitores) com as dos candidatos ao Senado Federal de cada estado. O objetivo aqui é oferecer um painel de afinidade com os candidatos a senador. Essa comparação é feita a partir de um único questionário com afirmações polêmicas sobre temas que estão em debate na sociedade civil, e é respondido por candidatos e eleitores.</p>
<p>Acesse: www.questaopublica.org.br</p>
<p><strong>EXCELÊNCIAS</strong><br />
O projeto Excelências traz informações sobre todos os parlamentares em exercício nas casas legislativas das esferas federal e estadual, e mais os membros das Câmaras Municipais das capitais brasileiras, num total de 2368 políticos. Os dados são extraídos de fontes públicas (as próprias Casas legislativas, o Tribunal Superior Eleitoral, tribunais estaduais e superiores, tribunais de contas e outras) e de outros projetos mantidos pela Transparência Brasil, como o Às Claras (financiamento eleitoral) e o Deu no Jornal (noticiário sobre corrupção).</p>
<p>Fonte: Transparência Brasil</p>
<p>Acesse: www.excelencias.org.br</p>
<p><strong>EXTRATO PARLAMENTAR</strong><br />
O site Extrato Parlamentar, hospedado no site do Movimento Voto Aberto, oferece uma ferramenta que calcula a afinidade política entre o internauta e os deputados federais. Assim, o eleitor pode saber quais são os candidatos que pensam de forma mais parecida com ele.</p>
<p>O funcionamento é simples: o internauta responde a 12 perguntas sobre projetos votados nominalmente na Câmara dos Deputados (se é a favor da Lei da Ficha Limpa ou se queria a prorrogação da CPMF, por exemplo) e o site compara as respostas com a posição de cada deputado. Depois, um modelo matemático ordena as respostas, mostrando quais os deputados mais afinados com o internauta em seu Estado e no país,<br />
com base no percentual de coincidência nas opiniões.</p>
<p>Acesse: www.extratoparlamentar.com.br</p>
<p><strong>WEBCIDADANIA</strong></p>
<p>O site webcidadania é hoje um agregador de projetos e movimentos que, de diversas formas, pensam e trabalham a cidadania pela web.</p>
<p>Trata-se de um novo jeito de opinar. Uma forma de influenciar políticas públicas, construir mobilizações para o que a gente pode fazer juntos, fiscalizar e cobrar, acessar dados públicos, sentir que nossas opiniões importam e determinam os rumos de nossas cidades e do nosso país.</p>
<p>Enfim, como a internet e as novas mídias podem proporcionar múltiplas possibilidades de atuação social e como podem ajudar a construir o país em que queremos viver.</p>
<p>Acesse: www.webcidadania.org.br<br />
Esse boletim será enviado quinzenalmente pela secretaria executiva da ABRACCI. Para sugerir pautas envie um e-mail para contato@fichalimpa.org.br</p>
<p><strong>NOTA PÚBLICA</strong></p>
<p>O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, rede da sociedade civil responsável pela Campanha Ficha Limpa, da qual decorreu a aprovação da Lei Complementar nº 135/2010, conhecida como a Lei da Ficha Limpa, vem, a propósito de recentes declarações de parlamentares em relação à autoria ou promoção do projeto de lei, esclarecer o seguinte:</p>
<p>O Congresso Nacional discutia desde 1993, sem aproximar-se de qualquer decisão, o tema do aprimoramento da Lei de Inelegibilidades. Tais modificações só vieram a ocorrer quando a sociedade brasileira se mobilizou, coletando as 1,6 milhão de assinaturas que deram origem ao projeto de lei de iniciativa popular. Outras milhões de pessoas participaram diretamente dessa conquista em passeatas, palestras e conferências ou atuando de forma decisiva por meio do ativismo na internet.</p>
<p>Não temos dúvida de que, se não fosse a iniciativa popular, não teríamos uma legislação de inelegibilidades com as qualidades técnicas e os padrões éticos da Lei da Ficha Limpa. Por isso, a sociedade brasileira é o pai e a mãe da Lei da Ficha Limpa.</p>
<p>Na tramitação do projeto de lei tivemos o apoio de número considerável de parlamentares, em lista tão extensa que não seria possível, nem justo, apresentar. Cada um cumpriu o papel que lhe competia, tanto que o projeto acabou se convertendo em lei. Agora é hora de voltarmos a nossa atenção para a efetiva aplicação dessa que é, sem dúvida, a mais democrática de todas as leis brasileiras.</p>
<p><strong>FICHA LIMPA - A LEI QUE O BRASIL FAZ VALER<br />
</strong>www.fichalimpa.org.br</p>
<p>O sítio Ficha Limpa – A Lei que o Brasil faz Valer é uma ferramenta de todos os eleitores e eleitoras do Brasil. Participe desse movimento!</p>
<p>Seja o juiz dessas eleições. Decida você quem pode ou não se eleger, confira a vida pregressa de seu candidato. E mais: divulgue essa idéia. O poder desse movimento depende da sua ação. Você também pode decidir.</p>
<p><strong>FISCALIZAÇÃO É FUNDAMENTAL!<br />
</strong>O sítio Ficha Limpa está aberto ao controle de toda a sociedade através de ferramenta interativa que permite a fiscalização das informações prestadas pelos candidatos cadastrados. É muito importante que todos contribuam com esse processo!</p>
<p><strong>CANDIDATOS CADASTRADOS<br />
</strong>O número de candidatos inscritos aumenta a cada dia, mas ainda são muito poucos se comparados ao universo total de candidatos aos cargos de presidente, governador, senador e deputado federal em todo o Brasil.</p>
<p>Cobre de seus candidatos a sua participação e ajude a disseminar essa idéia!</p>
<p><strong>SAIU NA MÍDIA&#8230;<br />
</strong>Acompanhe as últimas notícias sobre o Sítio Ficha Limpas também através de nossas redes sociais: twitter, facebook, orkut.<br />
<strong>NÚMEROS DO SÍTIO FICHA LIMPA<br />
</strong>* Total de candidatos que solicitaram cadastro: 136<br />
* Total de candidatos aprovados: 50<br />
* Total de denúncias recebidas pelo sítio: 12<br />
* Total de candidatos descadastrados: 0</p>
<p>A maior parte das denúncias apresentou como motivo a atualização da prestação de contas dos candidatos cadastrados. Em todos esses casos os candidatos denunciados foram notificados e atualizaram a sua prestação de contas dentro do período estipulado pela administração do sítio para evitar descadastramento, indicando que essa ferramenta interativa tem se mostrado efetiva como instrumento de pressão para a transparência de contas dos candidatos.</p>
<p>* Cadastros por cargo eletivo:<br />
    Deputado federal: 40<br />
   Governador: 2<br />
   Senador: 7<br />
   Presidente: 1</p>
<p><strong>CARTA AOS CANDIDATOS</strong></p>
<p>Você também pode cobrar! Confira aqui a carta aos candidatos.</p>
<p>Fonte: ABRACCI</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasil tem 25 milhões de fumantes a partir dos 15 anos de idade</title>
		<link>http://www.observatoriodorecife.org.br/?p=2092</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 16:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>observatorio</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Destaque [2]]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[faxa étaria]]></category>

		<category><![CDATA[sistema de saúde]]></category>

		<category><![CDATA[tabagismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Rio de Janeiro - A Pesquisa Especial de Tabagismo (PETab), divulgada nesta segunda-feira (30) pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, mostrou que ainda existem no Brasil 25 milhões de fumantes com idade igual ou superior a 15 anos. Apesar do número ainda elevado, o levantamento revela uma queda significativa entre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rio de Janeiro - A Pesquisa Especial de Tabagismo (PETab), divulgada nesta segunda-feira (30) pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), no Rio de Janeiro, mostrou que ainda existem no Brasil 25 milhões de fumantes com idade igual ou superior a 15 anos. Apesar do número ainda elevado, o levantamento revela uma queda significativa entre os usuários de tabaco em relação às últimas décadas, segundo o Inca.</p>
<p>“<em>Até o momento não tem uma queda tão espetacular de prevalência registrada em outro país nesse período de tempo. O Brasil é líder no controle de tabaco no mundo, é um exemplo para o mundo todo. Se não tivéssemos feito nada, teríamos mais de 50 milhões de fumantes hoje no Brasil”</em>, comemorou Liz Maria de Almeida, gerente de Divisão de Epidemiologia do Inca.</p>
<p>Para a gerente do Inca, o levantamento mostra o resultado de ações que vêm sendo adotadas pelo Plano Nacional de Controle do Tabagismo como a proibição de fumar em recintos coletivos, o aumento de impostos sobre o cigarro, como medida para inibir o consumo do produto, e os tratamentos oferecidos na rede pública de saúde para quem quer parar de fumar. De acordo com a pesquisa, 45,6% dos fumantes tentaram parar de fumar nos últimos 12 meses, o que corresponde a cerca de 12 milhões de pessoas.</p>
<p>Mas Liz Maria de Almeida revela que uma das maiores preocupações entre os especialistas é o envolvimento dos jovens. <em>“O jovem é o alvo principal da indústria do tabaco. Se consegue tornar o jovem dependente desde cedo ele garante o comprador até o final da vida. É nisso que percebemos que a parte de propaganda e marketing indireta, porque é proibida no Brasil, está voltando. Já tem uma quantidade expressiva de jovens com dependência severa ao tabagismo. Ou seja, vai ser muito mais difícil para ele deixar de fumar”</em>, lamentou a especialista, que defendeu uma estratégia específica para mostrar os problemas do tabagismo para as pessoas dessa faixa etária.</p>
<p>A PETab revelou que a geração de brasileiros nascida a partir da década de 1980 começa a fumar, em média, a partir dos 17 anos, e que, na maior parte das vezes, as mulheres começam a fumar antes dos homens, apesar de conseguirem parar de fumar com mais facilidade do que o sexo masculino.</p>
<p>O levantamento foi feito em 51.011 domicílios, reunindo entrevistas com fumantes , não fumantes e ex-fumantes. A PETab, conhecida internacionalmente como Pesquisa Global de Tabagismo, é considerada no Brasil a pesquisa mais completa sobre o assunto e já foi realizadas em outros 13 países.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=80194&amp;edt=" target="_blank">Envolverde</a></p>
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		<title>Por que não investir mais no transporte público?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 18:17:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>observatorio</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Oferecer mais vagas de estacionamento no Centro do Recife é a solução? Não para a coordenadora do grupo de Mobilidade e Espaço Urbano do Observatório do Recife, Amélia Bezerra. Segundo ela, as vagas de estacionamento contribuem para “estrangular” o trânsito, já que estimulam as pessoas a ir de carro para o Centro. Ela defende uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oferecer mais vagas de estacionamento no Centro do Recife é a solução? Não para a coordenadora do grupo de Mobilidade e Espaço Urbano do Observatório do Recife, Amélia Bezerra. Segundo ela, as vagas de estacionamento contribuem para “<em>estrangular</em>” o trânsito, já que estimulam as pessoas a ir de carro para o Centro. Ela defende uma mudança nas prioridades do planejamento da Cidade, abrindo espaços para o transporte público.</p>
<p>“<em>A política pública precisa ser revertida, existe uma tentativa errada de ceder lugar para os carros particulares quando, na verdade, o ideal seria dar fluidez às vias do Centro</em>”, argumentou Amélia Bezerra. Segundo ela, o mau uso das vagas de estacionamento cria retenções nas ruas e avenidas, diminuindo a velocidade das viagens e prejudicando o transporte coletivo como um todo.</p>
<p>Segundo dados do Sindicato das Empresas de Transportes de Passageiros no Estado de Pernambuco (Urbana-PE), as perdas de eficiência no sistema público de transporte são significativas. Algumas linhas que trafegam pelo Centro do Recife de volvem uma velocidade média de menos de dez quilômetros por hora, quando o ideal seria de, no mínimo, 25 quilômetros por hora.</p>
<p>Entre as medidas de mobilidade defendidas pela coordenadora está a criação de mais corredores exclusivos para ônibus, separando os coletivos dos carros de passeio, a diminuição de vagas em via pública e a construção de edfícios-garagens nas proximidades de grandes terminais de ônibus.</p>
<p>O aumento de vagas de estacionamentos públicos e privados poderia servir, segundo Kilsa Rocha, superintendente da Fundação CDL-Recife, como uma solução de curto prazo para desafogar os principais corredores dos bairros do Recife, Santo Antônio, São José e Boa Vista. “<em>Mas não podemos ficar só nessa ação imediata, até porque o investimento no carro é insustentável. Precisamos melhorar a engenharia de tráfego e dar visibilidade aos ônibus</em>”, acrescentou.</p>
<p><strong>Há solução para a falta de estacionamento?</strong></p>
<p>Existe solução para a crônica falta de estacionamentos no Centro expandido do Recife? Na segunda, e última, parte desta reportagem especial, a Folha de Pernambuco conversou com especialistas para saber quais são as propostas para resolver - ou pelo menos amenizar - o sufoco nas ruas dos bairros do Recife, São José, Santo Antônio e Boa Vista. As ideias sugeridas por eles vão desde a construção de mais vagas, em parceria com a iniciativa privada, até a valorização do transporte coletivo, com a troca dos estacionamentos por corredores de ônibus, passando por um projeto de rodízio nas ruas da Capital pernambucana, que tramita na Câmara de Vereadores do Recife.</p>
<p>Últimos dados do Detran-PE indicam que, no Estado, estão registrados 878.023 automóveis. Desse total, o Recife é responsável por 337.159 unidades. Há dez anos, o volume na Capital era de 257.714 veículos particulares, praticamente 80 mil a menos. Até junho deste ano, a média mensal é de 1.643 novos veículos, contando, neste caso, outros tipos de transporte. Paralelo ao crescimento da frota automotiva, o número de vagas públicas no Bairro do Recife e no Centro não acompanhou o aumento, afirmou informou a CTTU. Diante desses números, especialistas, consultados pela Folha de Pernambuco, apontaram soluções para desafogar o problema da falta de estacionamentos públicos na Cidade.</p>
<p>Para o arquiteto Romero Pereira, uma alternativa é investir em edifíciosgaragens com vagas rotativas, associando o serviço a linhas de transporte coletivo com eixo exclusivo. Os empreendimentos, segundo ele, de[deveriam ser construídos em áreas fora do Centro da Cidade. Ele lembra uma experiência ocorrida há quase 30 anos no Recife, quando funcionavam os estacionamentos periféricos nos bairros da Boa Vista e Ilha de Joana Bezerra. <em>“Nessa época, as pessoas pagavam para guardar os carros nestes espaços e usavam linhas de ônibus que atendiam os condomínios para se deslocarem pelo Centro. Essa modalidade filtraria a entrada de carros particulares nos bairros, priorizando outros meios de locomoção, ao mesmo tempo em que redisponibiliza as vagas</em>”, avaliou.</p>
<p>A coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Unicap, Isabela Trindade, defendem que, em vez de aumentar o número de vagas públicas para estacionamento, é preciso tornar os sistemas de transporte público mais eficiente. <em>“O que acontece no Recife é termos mais carros nas ruas e a infraestrutura da Cidade não acompanha esse crescimento. As ruas permanecem do mesmo tamanho há anos”,</em> argumentou. Melhorando os sistemas de transportes, segundo ela, a população poderá migrar para outros meios, como o metrô e o ônibus. <em>“Em muitas cidades da Europa, o metrô leva as pessoas a muitos endereços, sem que elas precisem se deslocar de carros”,</em> acrescentou.</p>
<p>Já o professor do programa de Pósgraduação em Desenvolvimento Urbano da UFPE, Thomas Lapa, ressalta que a iniciativa de criar edifíciosgaragens e melhorar os sistemas de transporte públicos são válidos, porém é preciso pensar na integração dos meios. “<em>O desenho do Recife é radio concêntrico, tendo as avenidas Agamenon Magalhães e Caxangá como eixos integradores da cidade. Nesse sentido, poderia ser pensado num filtro, com transporte pesados dos bairros chegando até a Agamenon Magalhães, seguindo do sistema de transbordo, com micro-ônibus e VLT (Veículos Leves sobre Trilhos)”</em>, avaliou.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.folhape.com.br/index.php/caderno-grande-recife/587688-ha-solucao-para-a-falta-de-estacionamento" target="_blank">Folha de Pernambuco</a></p>
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		<title>Educação: o desafio da qualidade</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 17:06:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>observatorio</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Brasília - Quando o Brasil foi às urnas pela primeira vez, após o fim do regime militar, os candidatos não precisavam de propostas muito complexas para a área da educação. Prometer a construção de escolas e a criação de novas vagas era suficiente, já que cerca de 15% das crianças de 7 a 14 anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília - Quando o Brasil foi às urnas pela primeira vez, após o fim do regime militar, os candidatos não precisavam de propostas muito complexas para a área da educação. Prometer a construção de escolas e a criação de novas vagas era suficiente, já que cerca de 15% das crianças de 7 a 14 anos não estudavam. Hoje, a taxa de atendimento dessa faixa etária beira os 98%. Com a melhoria do acesso, o desafio agora é garantir educação de qualidade para todos – apontam especialistas e organizações da área.</p>
<p>“<em>Nos anos anteriores o foco era na oportunidade de toda a criança poder estudar, hoje tem que ser na garantia da aprendizagem das crianças. Mas a garantia da qualidade é muito mais difícil de construir porque não depende de uma caneta. É um grande mosaico de fatores que o gestor precisa levar em conta de acordo com a realidade da escola</em>”, explica a diretora-executiva do Movimento Todos pela Educação, Priscila Cruz.</p>
<p>O representante da Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) no Brasil, Vincent Defourny, disse que o país deu passos importantes nos últimos 15 anos, mas a educação ainda é uma das áreas <em>“mais problemáticas”.</em> O oficial de projetos da Unesco, Wagner Santana, complementa:<em> “Os desafios vão se tornando mais complexos na medida em que a gente se aprofunda na questão do direito a educação. E ele só efetivo com crianças, jovens e adultos aprendendo”.</em></p>
<p>Apesar de não haver uma fórmula para construir uma educação de qualidade, os especialistas apontam o professor como peça-chave desse processo. Sem remuneração adequada e bons planos de carreira para a categoria, será difícil mudar a realidade da sala de aula, defende a coordenadora-geral da organização não governamental (ONG) Ação Educativa, Vera Masagão. <em>“A escola precisa atrair talentos e pessoas motivadas. É necessário investir na formação e na valorização para que a área se torne atrativa</em>”, afirmou.</p>
<p>Defourny acredita que esse é um gargalo da educação hoje. <em>“A formação, a remuneração, a perspectiva de carreira do professor, tudo isso tem que ser resolvido de forma consistente”,</em> disse. Segundo estudo da Unesco, a média salarial do professor da educação básica, em 2006, era de R$ 927, com grandes variações nos estados chegando a R$ 635 (Nordeste). O rendimento é bem menor do que o de outras carreiras que também exigem formação de nível superior.</p>
<p>“<em>Não é que toda a responsabilidade seja do professor, mas há um amplo reconhecimento de que esse é um dos principais fatores para a qualidade da educação”,</em> defende Santana. Vincent alerta ainda que sem recursos adequados não é possível chegar a uma oferta de qualidade. Hoje, o país investe 4,7% do Produto Interno Bruto (PIB) na área, segundo dados mais recentes do Ministério da Educação.</p>
<p>“<em>O investimento aumentou, mas ainda estamos muito longe dos padrões dos países com uma educação de melhor qualidade. É um assunto que precisa ficar claro nas prioridades de um governo</em>”, afirmou. Os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) investem, em média, entre e 6% e 7% do PIB. <em>“Mas eles, em geral, não têm a dívida história com a educação que nós temos. Além disso, o PIB é maior. Então, o volume investido é mais alto”</em>, compara Santana.</p>
<p>Ele acredita que outro desafio é integrar a educação a políticas mais amplas de desenvolvimento do país. <em>“Todos dizem que a educação é essencial, mas é preciso discutir como o componente educacional se integra quando olhamos para o futuro de um país que tem a possibilidade de ser a quinta economia mundial</em>”, disse. Na avaliação de Santana, o debate sobre educação nas eleições ainda “<em>fica muito na superfície</em>”.</p>
<p>“<em>O país tem uma janela de oportunidade, está crescendo muito rapidamente, e tem recursos públicos como nunca. Este é o momento para investir em educação, não dá para esperar. É um investimento de médio a longo prazo que precisa ser feito”</em>, afirmou Defourny.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=79994&amp;edt=57" target="_blank">Envolverde</a></p>
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		<title>Lixo jogado no esgoto pesa no bolso dos pernambucanos</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Aug 2010 18:07:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>observatorio</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O lixo jogado no chão ou em canais vai parar nas galerias de água de chuva e na rede de esgoto. Entupidas, elas transbordam e invadem casas, alagam ruas. O gasto com a limpeza é muito alto. Por isso, o lixo deve ser colocado dentro de lixeiras ou então de sacos plásticos para que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O lixo jogado no chão ou em canais vai parar nas galerias de água de chuva e na rede de esgoto. Entupidas, elas transbordam e invadem casas, alagam ruas. O gasto com a limpeza é muito alto. Por isso, o lixo deve ser colocado dentro de lixeiras ou então de sacos plásticos para que o caminhão da coleta leve embora.</p>
<p>Na Região Metropolitana (RMR), existem 130 estações elevatórias. Ela tem uma ponta que começa em cada casa. Para que todo o esgoto seja recolhido, o eixo principal vai ficando cada vez mais profundo, podendo chegar até quase sete metros. É neste ponto que estão as estações que vão elevar este esgoto e direcioná-lo para outra estação, a de tratamento.</p>
<p>Mas antes que isso aconteça, o esgoto tem que passar por grades usadas para segurar o lixo que, por acidente, possa chegar até aqui. O problema é que a quantidade tem sido enorme. Em média, três toneladas por semana. No fim do ano, quase 150 toneladas das coisas mais absurdas. “<em>Garrafa pet, preservativo, boneca, peças intimas. Tudo</em>”, disse o eletricista Alysson Ferreira.</p>
<p>Como as estações não suportam tudo o que chega, dois problemas ocorrem quase sempre: ou a bomba queima ou o esgoto fica acumulado. As tubulações não aguentam e o esgoto acaba retornando para as ruas e até para muitas casas.</p>
<p>“<em>Hoje, nós temos um custos que ultrapassam R$ 3 milhões anuais. Essa operação custa muito caro. A população tem que entender que esse custo é revertido nas tarifas da Compesa</em>”, falou o engenheiro da Diretoria de Operações, Fred Barbosa.</p>
<p>Fonte: <a href="http://pe360graus.globo.com/noticias/cidades/saneamento/2010/08/26/NWS,519492,4,71,NOTICIAS,766-LIXO-JOGADO-ESGOTO-PESA-BOLSO-PERNAMBUCANOS.aspx" target="_blank">pe360graus</a></p>
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		<title>ODR convoca para Assembleia Geral</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 18:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>redacao</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O Observatório do Recife realiza na próxima quarta-feira, dia 1 de setembro,  sua Assembleia Geral. O movimento convida integrantes e novos adeptos para um encontro que irá acontecer na sede da TGI, localizada na Rua Barão de Itamaracá, 293, Espinheiro, às 18h30.
Na pauta da reunião serão discutidos os fundamentos institucionais do ODR, notícias,  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Observatório do Recife realiza na próxima quarta-feira, dia 1 de setembro,  sua Assembleia Geral. O movimento convida integrantes e novos adeptos para um encontro que irá acontecer na sede da TGI, localizada na Rua Barão de Itamaracá, 293, Espinheiro, às 18h30.<span id="more-2058"></span></p>
<p>Na pauta da reunião serão discutidos os fundamentos institucionais do ODR, notícias,  a produção da II Cartilha de Indicadores e a Plataforma Cidades Sustentáveis.</p>
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		<title>Pessoas com deficiência enfrentam desafios para andar no Centro do Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 16:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>observatorio</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Calçadas cheias de buracos, lixo nas ruas, falta de sinalização especial. São muitos os problemas que as pessoas com deficiência enfrentam para andar no Centro do Recife.
O Recife dá o exemplo perfeito de como uma pessoa com necessidades especiais não deve ser tratada. Basta observar o resultado de uma pesquisa feita pelo Instituto Federal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Calçadas cheias de buracos, lixo nas ruas, falta de sinalização especial. São muitos os problemas que as pessoas com deficiência enfrentam para andar no Centro do Recife.</p>
<p>O Recife dá o exemplo perfeito de como uma pessoa com necessidades especiais não deve ser tratada. Basta observar o resultado de uma pesquisa feita pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) em vários pontos turísticos. Com base em mais de 20 diferentes critérios, o desempenho dos locais ficou entre ruim e regular. E é fácil entender o porquê.</p>
<p>Na hora de atravessar a faixa de pedestre, no Centro da Cidade, nenhum dispositivo sonoro para quem não enxerga. Nas paradas de ônibus, nem som, nem sinalização em braile indicando as linhas e os itinerários dos ônibus.</p>
<p>Calçadas sinalizadas no piso com uma espécie de bolinhas em relevo são uma raridade. Mais fácil encontrar buracos e desníveis.<em> “Parece mais que as calçadas são uma ladeira. Imagina para um deficiente andar nessa ladeira</em>”, diz o apontador de produção Antônio Lima.</p>
<p>Mesmo que a calçada não fosse uma ladeira, pessoas como a educadora social Cosma Bezerra (foto 1) não poderiam passar por ela. O lixo toma todo o espaço. <em>“Além de a calçada não é ser acessível, com lixo não dá para passar mesmo</em>”, reclamou.</p>
<p>Quem também sente falta de mais acessibilidade, termo que significa condição de usar espaços e equipamentos, é Elba Maria Oliveira (foto 2), de 50 anos. Aos 22, precisou reaprender a ver o mundo de outro jeito. É que por causa de uma inflamação na retina, ela perdeu a visão e para não perder as oportunidades, vive uma aventura diária. “<em>Tenho medo das bocas de lobo, de bater nos orelhões, nas caixas dos Correios</em>”, disse.</p>
<p>O agente de saúde Arão José de Oliveira, cego desde criança, está acostumando aos desafios. Concluiu o terceiro grau, foi aprovado em concurso público, mas certos obstáculos ele encontra dificuldade para superar. Todos os físicos, criados e mantidos por quem não se coloca no lugar do outro. “<em>Desse jeito eles nos deixa sem chance de poder exercer a nossa cidadania de forma completa. Nós corremos risco de atravessar, por exemplo, em local proibido”,</em> falou.</p>
<p>De acordo com o IBGE, as pessoas com necessidades especiais representam 14,5% da população brasileira e 17% da pernambucana. A maioria não teve a oportunidade que os alunos do Núcleo de Atendimento aos Alunos com Necessidades Educacionais e Especiais, que funciona na Cidade Universitária, no Recife.</p>
<p>No local, material em braile, intérpretes de libras. Tudo de graça e feito para incluir. <em>“O nosso objetivo é incluir os portadores nos nossos cursos regulares, desde o vestibular, a permanência e a saída do curso, inclusive preocupando-se com a empregabilidade deles”,</em> explicou o professor Gustavo Estevão (foto 3).</p>
<p>“<em>Antes, eu tinha que me adaptar ao mundo. Hoje, eu vejo que ele está se adaptando a mim</em>”, disse o tecnólogo em turismo Josemberg Francisco da Silva (foto 4).</p>
<p>CALÇADA E SINAIS<br />
Segundo a secretária executiva de Controle Urbano, Ana Cláudia Mota (foto 5), desde 2004, a Prefeitura obriga que novas obras ou reformas apresentem proposta de mobilidade para as calçadas. “<em>A licença para novos comércios também só é expedida se tiver um projeto de acessibilidade. Sobre os sinais sonoros, a CTTU tem os colocado em pontos estratégicos, como na avenida conde da boa vista</em>”, informou.</p>
<p>O Recife tem 46 semáforos sonoros de pedestres (sinais sonoros para travessia de pedestres), para auxiliar a travessia dos deficientes visuais. Mas, para o funcionário público Lúcio Moreira, a quantidade de sinais sonoros é pouca. <em>“Todo tipo de ajuda técnica para facilitar a nossa locomoção ajuda é bem vinda. É algo que deveria ser padronizada em toda a cidade</em>”, falou.</p>
<p>Segundo a CTTU, quando há uma solicitação, é feito um levantamento do local para verificar a possibilidade de instalação do equipamento. Então, você pode fazer o pedido ligando para o telefone 0800 081 1078.<br />
LIXO<br />
Sobre o lixo nas calçadas, o presidente da Emlurb, Carlos Muniz (foto 6), o poder público cumpre a sua parte, mas a população deve colaborar. “<em>As pessoas devem colocar o lixo no lugar e horário certos, é até infração o contrário</em>”, explicou.</p>
<p>ÔNIBUS<br />
O Grande Recife Consórcio de Transporte respondeu em nota que, em relação à colocação de placas em braille nas paradas, esse tipo de sinalização já tinha sido implantada nas avenidas Nossa Senhora do Carmo, Conde da Boa Vista e Guararapes, de forma experimental, mas que praticamente todas as placas informativas foram destruídas pelo vandalismo nos últimos anos.</p>
<p>O Grande Recife disse que vem elaborando, desde ano passado, um projeto de novas paradas de ônibus que prevê a sinalização para deficientes visuais, no entanto, ainda não foi definida a forma que o material será implantado devido aos problemas citados há pouco.</p>
<p>Os atos de vandalismo também ocorrem nos terminais que possuem as placas em braille. As placas arrancadas são repostas, mas, por causa do alto custo, isso não pode ser feito em cerca de 5.000 paradas existentes na Região Metropolitana.</p>
<p>Sobre a sonorização, o Consórcio informou que existe um sistema de som, com informações sobre as linhas de ônibus, implantado no Terminal Pelópidas Silveira, em Paulista. Em breve, no terminal do cabo. E ressalta que todos os novos terminais, além dos já existentes, também irão contar com o serviço até 2012.</p>
<p>Fonte:  <a href="http://pe360graus.globo.com/noticias/cidades/denuncia/2010/08/25/NWS,519402,4,488,NOTICIAS,766-PESSOAS-DEFICIENCIA-ENFRENTAM-DESAFIOS-ANDAR-CENTRO-RECIFE.aspx" target="_blank">pe360graus</a></p>
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